Este texto recebi por email e achei muito interessante pelo modo de demonstrar que precisamos primeiramente nos analisar e verificar se as mudanças não deverão ocorrer em nós mesmos... O texto segue abaixo:
Uma consulta bem ao sabor dos ventos do momento.
"Devido a essa crise que começou do nada e ninguém sabe quando vai terminar, o faturamento de uma certa empresa sofreu um baque no mês passado, a empresa ficou 32% abaixo do objetivo. E esse mês as coisas também não vão bem. Por isso, na semana passada, a diretoria reuniu os funcionários e o diretor geral disse que numa situação como essa, cada funcionário precisa ser um agente de mudança. Ninguém entendeu bem o que ele quis dizer. Isso significa que de agora em diante, cada um vai ter autonomia para promover mudanças?"
Claro... que não. Um sistema em que cada um pode mudar o que acha que deve mudar, não gera o progresso, gera o caos.
O diretor geral não estava se referindo a mudanças radicais de processo, mas a simples mudanças individuais de atitude.
Primeiro, ele espera que os funcionários acomodados se tornem mais ativos, e os lentos se tornem mais rápidos.
Segundo, o diretor geral não espera que alguém da área industrial saia dando palpites sobre a metodologia comercial, nem que a contabilidade comece a opinar sobre a cor da embalagem do produto.
Ser um agente de mudanças significa antes de tudo, reavaliar o próprio trabalho.
Se houver uma maneira de executar o melhor, ou mais rápido ou com menor custo, uma proposta nesse sentido deve ser apresentada ao chefe imediato.
Se a soma dessas pequenas mudanças não fizer com que o faturamento volte aos níveis do ano passado, pelo menos ela fará com que comece a existir uma consciência maior de todos, com relação aos custos. E isso influirá na lucratividade, que é o que realmente interessa.
Como seres humanos normais que somos, nós sempre temos ótimas sugestões para mudar o que os outros estão fazendo.
Ser um agente de mudança significa entender que a mudança não começa pelos outros, mas por nós mesmos.